sábado, 12 de março de 2011

3 perguntas sobre musculação e treinamento.

O que impede um malhador de conseguir bom resultado no treino?
São 3 coisas: estímulo inadequado, descanso insuficiente e dieta pobre. Para ter uma supercompensação, vc precisa de força de vontade, tempo de recuperação para seus músculos e um cardápio balanceado.
Por que é importante entender os princípios dos exercícios que vc faz?
Quando vc conhece exatamente os mecanismos do treino ( entende de onde e por que os resultados virão) fica mais fácil executar os movimentos com perfeição. Aí vc ganha estímulos e benefícios.
Alguma outra dica para quem quer continuar firme malhando?
Sim, 2. Manter a regularidade nos treinamentos e malhar junto a alguém, de preferencia um instrutor. Ou criar um círculo de amizades. Isso motiva muito e treinar sozinho pode ser chato e desestimulante. Então vamos malhar porque SAÚDE É O QUE INTERESSA!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Avaliações para turmas de 3º ano Noturno

AVALIAÇÕES PARA ALUNOS DO 3º ANO NOTURNO
4 avaliações (provas)  por  semestre, sendo 1 por mês:
 MARÇO/AGOSTO     
ABRIL/SETEMBRO         
 MAIO /OUTUBRO        
 JUNHO/NOVEMBRO       

 CADA AVALIAÇÃO (PROVA ESCRITA COM 10 (DEZ) QUESTÕES)  VALE 2.50 (dois e meio) PONTOS, totalizando 10 (dez) pontos ao final do semestre. 
Os conteúdos  de   estudos para as avaliações e outras informações estão disponíveis na internet, neste site (sítio)!
Ao acessar o site (sítio), deixe suas impressões, sugestões, críticas (construtivas!) e comentários.

 Haverá, entre os dias 27/06 e 01/07, recuperação para aqueles alunos que não conseguirem o mínimo de 5 (cinco) pontos para para aprovação.

CONTEÚDOS A SEREM ESTUDADOS PARA AS AVALIAÇÕES. DISPONÍVEIS NO BLOG!
1° Mês: Março/agosto – Estudo do conteúdo sobre NUTRIÇÃO
2° Mês: Abril/setembro - Estudo do conteúdo sobre OSSOS
3º Mês: Maio/outubro- Estudo do conteúdo sobre MÚSCULOS
4° Mês: Junho/novembro - Estudo do conteúdo sobre GLANDULAS    

A nota (média) necessária para aprovação, conforme estabelecido no regimento escolar será de 5 (cinco) pontos, por semestre.
Os alunos que, por qualquer motivo, não tenham feito as avaliações nos dias marcados poderão, mediante comprovação legal, realizar trabalhos escolares. Os trabalhos serão sobre o conteúdo do blog para o mes, ou seja, o mesmo estudado para prova.

TRABALHO: valor – 2,5 pontos. Os conteúdos para elaboração dos trabalhos poderão ser obtido facilmente através de livros (biblioteca é uma opção), revistas, jornais, programas de TV e, principalmente, pela internet (use os sites (sítios) de busca). Os trabalhos serão realizados individualmente  A realização do trabalho deverá seguir o seguinte formato: capa, identificação, introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia, tendo no mínimo 3 folhas de desenvolvimento, podendo ser manuscrito, datilografado, digitado, etc. Detalhe: evite cópias de conteúdos da internet. O bom trabalho será aquele que tenha sido estudado e resumido de acordo com a capacidade de cada um. A data de entrega será negociada com o professor.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Avaliações para turmas de 2º ano Noturno

AVALIAÇÕES  PARA AS  TURMAS  DE    2ºs    ANOS  NOTURNO
4 avaliações (provas)  por  semestre, sendo 1 por mês:
 MARÇO/AGOSTO  
ABRIL/SETEMBRO        
 MAIO/OUTUBRO       
 JUNHO/NOVEMBRO      

 CADA AVALIAÇÃO (PROVA ESCRITA COM 10 (DEZ) QUESTÕES)  VALE 2.50 (dois e meio) PONTOS, totalizando 10 (dez) pontos ao final do semestre. 
Os conteúdos  de   estudos para as avaliações e outras informações estão disponíveis na internet, neste site (sítio)!
Ao acessar o site (sítio), deixe suas impressões, sugestões, críticas (construtivas!) e comentários.

 Haverá, recuperação para aqueles alunos que não conseguirem o mínimo de 5 (cinco) pontos para para aprovação.

CONTEÚDOS A SEREM ESTUDADOS PARA AS AVALIAÇÕES. DISPONÍVEIS NO BLOG!
1° Mês: MARÇO/AGOSTO – Estudos do conteúdo sobre NUTRIÇÃO, SAÚDE E BEM ESTAR
2° Mês: ABRIL/SETEMBRO -       "                    "                         "               
3° Mês: MAIO/OUTUBRO -           "                    "                         "               
4° Mês: JUNHO/NOVEMBRO -      "                    "                         "              

A nota (média) necessária para aprovação, conforme estabelecido no regimento escolar será de 5 (cinco) pontos, por semestre.
Os alunos que, por qualquer motivo, não tenham feito as avaliações nos dias marcados poderão, mediante comprovação legal, realizar trabalhos escolares. O trabalho deverá ser sobre o conteúdo do blog para o mes, ou seja o mesmo da prova.




terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O que é hipotiroidismo.

O que é hipotireoidismo
Ronaldo não é a única celebridade afetada pela doença. Sabrina Sato, Xuxa, Deborah Secco, Iris Stefanelli, Cláudia Raia e Oprah Winfrey são famosas que também sofrem com o distúrbio, que se caracteriza pela queda na produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina) ou pelo "ataque" do corpo a eles. "Na Tireoidite de Hashimoto, por exemplo, o organismo produz anticorpos que agridem a tiroide", explica a endocrinologista Roberta Frota Villas Boas. Na maioria dos casos, quem apresenta a doença terá que tomar medicamento a vida inteira. "Casos transitórios - como os causados por vírus - são a minoria", afirma a médica.

O tratamento é feito com a ingestão diária da substância levotiroxina sódica, na quantidade prescrita pelo médico. "Trata-se de uma reposição hormonal simples e barata", conta Roberta. Dependendo do laboratório, o medicamento é vendido por cerca de R$ 13. "Não existe justificativa para não tratar. Se feito corretamente, inexiste efeito colateral. A vida vai ser normal", conta.

Entre os sintomas do hipotireoidismo estão depressão, inchaço, sonolência, desaceleração dos batimentos cardíacos, intestino preso, menstruação irregular, falhas de memória, cansaço excessivo, dores musculares, pele seca, queda de cabelo, ganho de peso e aumento de colesterol. "É comum a pessoa adulta descobrir fazendo um check-up atrás da causa de não conseguir emagrecer, dormir muito, se sentir muito cansada. Muitas acham que tudo isso é excesso de trabalho, mas, às vezes, é o hipotireoidismo", afirma Roberta.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), o problema é mais comum em mulheres, mas pode atingir qualquer pessoa independente de gênero ou da idade, até mesmo recém-nascidos - neles, a disfunção pode ser diagnosticada por meio do "Teste do Pezinho". Na criança, a disfunção se manifesta em problemas de memória, concentração, déficit de aproveitamento escolar ou baixa estatura.

A doença é mais frequente em mulheres dos 20 até os 50 anos. "Estima-se que 20% das mulheres tenham o problema", lembra a endocrinologista. Atenção, não se deve confundir hipotireoidismo com hipertireoidismo: no"hipo" há diminuição da produção de hormônios; no "hiper", aumento.

Por enquanto, é impossível evitar o hipotireoidismo, mas quem tem casos na família corre mais risco de apresentar o problema. "Além disso, a incidência da doença está aumentando. Talvez isso esteja ligado ao estilo de vida, consumo de agrotóxico, muito iodo no sal ou a outras substâncias que ainda não percebemos", conta a médica. O diagnóstico é feito com um exame de sangue.

receita da Coca-Cola!

A Coca-Cola, que mantém a versão oficial de sua receita em um cofre em Atlanta que só dois funcionários têm a chave, não confirmou se a composição publicada é a correta.

Da lista publicada, a parte mais reveladora é a que explica como misturar o 7X, uma substância que só representa 1% da bebida, mas que é crucial para dar o sabor característico.

Para a mistura do famoso ingrediente secreto são necessárias oito onças (cerca de 30 ml) de álcool, 20 gotas de óleo de laranja, 30 gotas de óleo de limão, dez de óleo de noz moscada, cinco de óleo de coentro, 10 de óleo de neroli - das flores da laranjeira amarga - e 10 de óleo de canela.

O restante da bebida é elaborado com três onças de ácido cítrico, duas onças e meia de água, uma de cafeína, uma de baunilha, duas pitadas de suco de lima, uma onça e meia de bala para dar cor e uma quantia de açúcar que é ilegível na lista.

A receita original inclui três copos de extrato de fluído de coca, um ingrediente que a companhia retirou do composto no início do século 20 após uma série de críticas.

Resta saber se, além da eliminação desta substância, os proprietários da Coca-Cola aplicaram modificações substanciais na fórmula desde que Pemberton a projetasse.

Para tentar comprová-lo, a equipe do programa radiofônico reuniu um grupo de analistas e amantes da bebida em uma degustação da mistura obtida pela receita.

Segundo o site, a maioria dos que provaram não encontravam diferenças da Coca-Cola comercializada. "Acho que esta é de verdade uma versão da fórmula", disse ao programa o historiador Mark Pendergrast, autor de uma história da bebida. EFE

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Avaliações para turmas de 3º ano matutino

AVALIAÇÕES


4 avaliações por ano, sendo 1 por bimestre. Cada avaliação vale 10 pontos divididos da seguinte forma:

PROVA BIMESTRAL: valor – 5 pontos. Será aplicado conteúdo extraído do Trabalho Bimestral.

TRABALHO BIMESTRAL: valor – 2 pontos. Em caso de avaliação interdisciplinar, os trabalhos valerão a metade dos pontos, ficando a outra metade para a avaliação interdisciplinar. Os conteúdos para elaboração dos trabalhos poderão ser obtido facilmente através de livros (biblioteca é uma opção), revistas, jornais, programas de TV e, principalmente, pela internet (use os sites (sítios) de busca). Os trabalhos serão realizados em grupos de 5 (cinco) alunos, que serão determinados em sala de aula. Não serão aceitos trabalhos indivíduais. A realização do trabalho deverá seguir o seguinte formato: capa, identificação, introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia, tendo no mínimo 3 folhas de desenvolvimento, podendo ser manuscrito, datilografado, digitado, etc. Detalhe: evite cópias de conteúdos da internet. O bom trabalho será aquele que tenha sido estudado e resumido de acordo com a capacidade de cada grupo. As datas de entrega serão divulgadas em sala de aula.

PARTICIPAÇÃO: Avaliação diária – 1 ponto. Esta avaliação corresponde a efetiva participação do aluno nas aulas práticas e teóricas, o uso adequado de roupas para a prática, presença em quadra sem dispersão.

OUTRAS AVALIAÇÕES: valor – 2 pontos. Teste de Cooper: será aplicado somente nos 2 primeiros bimestres, pelas condições climáticas. O Condicionamento físico será fator avaliativo mediante teste de cooper, com os índices estabelecidos em sala de aula, que deverá ser atingido minimamente.

 TRABALHOS, POR BIMESTRE.
 
1° BIMESTRE: a ser escolhido por grupo em sala  de aula.

2° BIMESTRE:  "

3° BIMESTRE: "

4° BIMESTRE: "

Recuperação processual: Será aplicada para cada aluno que não obtiver média mínima de 5 (cinco pontos) durante o processo avaliativo acima.
As dispensas de atividades físicas (temporárias e integrais) deverão ser submetidas aos Coordenadores e serão substituídas por avaliações através de trabalhos. Os atestados médicos deverão, também, ser submetidos aos Coordenadores até 48 hs após a emissão.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Volei para alunos de 1º ano matutino/noturno

História

O volei foi criado em 9 de fevereiro de 1895 por William George Morgan, na cidade de Holyoke, Massachusets, nos Estados Unidos da América. O objetivo de Morgan, que trabalhava na "Associação Cristã de Moços"(ACM),era criar um esporte de equipes sem contato físico entre os adversários, de modo a minimizar os riscos de lesões.Inicialmente jogava-se com uma câmara de ar da bola de basquetebol, feita de bexiga de bode e foi chamado Mintonette, mas rapidamente ganhou popularidade com o nome de volleyball. O criador do voleibol faleceu em 27 de dezembro de 1942 aos 72 anos de idade.
Em 1947 foi fundada a FIVB. Dois anos mais tarde, foi realizado o primeiro Campeonato Mundial de Voleibol da modalidade, apenas para homens.E em 1952, o evento foi estendido também ao voleibol feminino. No ano de 1964 o voleibol passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, tendo-se mantido até a atualidade.

 Regras

Para se jogar voleibol são necessários 12 jogadores divididos igualmente em duas equipes de seis jogadores cada.
As equipes são divididas por uma rede que fica no meio da quadra. O jogo começa com um dos times que devem sacar.Logo depois do saque a bola deve ultrapassar a rede e seguir ao campo do adversário onde os jogadores tentam evitar que a bola entre no seu campo usando qualquer parte do corpo, apenas uma vez por Rally (antes não era válido usar membros da cintura para baixo, mas as regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela passe para o campo adversário sendo permitidos dar, no mínimo dois, e no máximo três toques na bola antes que ela passe, sempre alternando os jogadores que dão os toques. Caso a bola caia é ponto do time adversário.
O jogador não pode encostar na rede,caso isso ocorra o ponto será para o outro time.O mesmo jogador não pode dar 2 ou mais toques seguidos na bola, exceto quando do bloqueio.

O campo

É retangular, com a dimensão de 18 x 9 metros, com uma rede no meio colocada a uma altura variável, conforme o sexo e a categoria dos jogadores (exemplo dos séniores e juniores: masculino -2,43 m; femininos 2,24 m).
Há um linha de 3 metros em direção do campo para a rede, dos dois lados e uma distância de 6 metros até o fim da quardra. Fazendo uma quadra de extensão de 18 metros de ponta a ponta e 9 metros de lado a lado.


 A equipe

É constituída por 12 jogadores: -6 jogadores efetivos -6 jogadores suplentes
O campo mede 18 metros de comprimento por 9 de largura (18 x 9 metros), e é dividido por uma linha central em um dos lados de nove metros que constituem as quadras de cada time. O objetivo principal é conquistar pontos fazendo a bola encostar na sua quadra ou sair da área de jogo após ter sido tocada por um oponente.
Acima da linha central, é postada uma rede de material sintético a uma altura de 2,43 m para homens ou 2,24 m para mulheres (no caso de competições juvenis, infanto-juvenis e mirins, as alturas são diferentes). Cada quadra é por sua vez dividida em duas áreas de tamanhos diferentes (usualmente denominadas "rede" e "fundo") por uma linha que se localiza, em cada lado, a três metros da rede (linha de 3).
No voleibol, todas as linhas delimitadoras são consideradas parte integrante do campo.

 Estrutura

Ao contrário de muitos esportes, tais como o futebol ou o basquetebol, o voleibol é jogado por pontos, e não por tempo. Cada partida é dividida em sets que terminam quando uma das duas equipes conquista 25 pontos. Deve haver também uma diferença de no mínimo dois pontos com relação ao placar do adversário - caso contrário, a disputa prossegue até que tal diferença seja atingida. O vencedor será aquele que conquistar primeiramente três sets.
Como o jogo termina quando um time completa três sets vencidos, cada partida de voleibol dura no máximo cinco sets. Se isto ocorrer, o último recebe o nome de tie-break e termina quando um dos times atinge a marca de 15, e não 25 pontos. Como no caso dos demais, também é necessária uma diferença de dois pontos com relação ao placar do adversário.
As substituições são limitadas: cada técnico pode realizar no máximo seis por set, e cada jogador só pode ser substituído uma única vez - com exceção do Líbero - devendo necessariamente retornar à quadra para ocupar a posição daquele que tomara originalmente o seu lugar.
 As posições são identificadas por números: com o observador postado frente à rede, aquela que se localiza no fundo à direita recebe o número 1, e as outras seguem-se em ordem crescente conforme o sentido anti-horário.

Posicionamento e rotação (rodízio)
No início de cada set, o jogador que ocupa a posição 1 realiza o saque, e, acerta a bola com a mão tencionando fazê-la atravessar o espaço aéreo delimitado pelas duas antenas e aterrissar na quadra adversária. Os oponentes devem então fazer a bola retornar tocando-a no máximo três vezes, e evitando que o mesmo jogador toque-a por duas vezes consecutivas.
O primeiro contato com a bola após o saque é denominado recepção ou passe, e seu objetivo primordial é evitar que ela atinja uma área válida do campo. Segue-se então usualmente o levantamento, que procura colocar a bola no ar de modo a permitir que um terceiro jogador realize o ataque, ou seja, acerte-a de forma a fazê-la aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto.
No momento em que o time adversário vai atacar, os jogadores que ocupam as posições 2, 3 e 4 podem saltar e estender os braços, numa tentativa de impedir ou dificultar a passagem da bola por sobre a rede. Este movimento é denominado bloqueio, e não é permitido para os outros três atletas que compõem o restante da equipe.
Em termos técnicos, os jogadores de nº 10, 9 e 2 só podem acertar a bola acima da altura da rede em direção à quadra adversária se estiverem no "fundo" de sua própria quadra. Por esta razão, não só o bloqueio torna-se impossível, como restrições adicionais se aplicam ao ataque. Para atacar do fundo, o atleta deve saltar sem tocar com os pés na linha de três metros ou na área por ela delimitada; o contato posterior com a bola, contudo, pode ocorrer no espaço aéreo frontal.
Após o ataque adversário, o time procura interceptar a trajetória da bola com os braços ou com outras partes do corpo para evitar que ela aterrise na quadra. Se obtém sucesso, diz-se que foi feita uma defesa, e seguem-se novos levantamento e ataque. O jogo continua até que uma das equipes cometa um erro ou consiga fazer a bola tocar o campo do lado oponente.
Se o time que conquistou o ponto não foi o mesmo que havia sacado, os jogadores devem deslocar-se em sentido horário, passando a ocupar a próxima posição de número inferior à sua na quadra (ou a posição 3, no caso do atleta que ocupava a posição 4). Este movimento é denominado rodízio.

 Líbero

O líbero é um atleta especializado nos fundamentos que são realizados com mais frequência no fundo da quadra, isto é, recepção e defesa. Esta função foi introduzida pela FIVB em 1998, com o propósito de permitir disputas mais longas de pontos e tornar o jogo deste modo mais atraente para o público. Um conjunto específico de regras se aplica exclusivamente a este jogador.
O líbero deve utilizar uniforme diferente dos demais, não pode ser capitão do time, nem atacar, bloquear ou sacar. Quando a bola não está em jogo, ele pode trocar de lugar com qualquer outro jogador sem notificação prévia aos árbitros, e suas substituições não contam para o limite que é concedido por set a cada técnico.
Por fim, o líbero só pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra. Caso esteja pisando sobre a linha de três metros ou sobre a área por ela delimitada, deverá exercitar somente levantamentos de manchete, pois se o fizer de toque por cima (pontas dos dedos) o ataque deverá ser executado com a bola abaixo do bordo superior da rede.

Pontos

Existem basicamente duas formas de marcar pontos no voleibol. A primeira consiste em fazer a bola aterrissar sobre a quadra adversária como resultado de um ataque, de um bloqueio bem sucedido ou, mais raramente, de um saque que não foi corretamente recebido. A segunda ocorre quando o time adversário comete um erro ou uma falta.
Diversas situações são consideradas erros:
  • A bola toca em qualquer lugar exceto em um dos doze atletas que estão em quadra, ou no campo válido de jogo ("bola fora").
  • O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois toques").
  • O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la. Este movimento é denominado "carregar ou condução".
  • A bola é tocada mais de três vezes antes de retornar para o campo adversário.
  • A bola toca a antena, ou passa sobre ou por fora da antena em direção à quadra adversária.
  • O jogador encosta na rede com qualquer parte do corpo exceto os cabelos.
  • Um jogador que está no fundo da quadra realiza um bloqueio.
  • Um jogador que está no fundo da quadra pisa na linha de três metros ou na área frontal antes de fazer contato com a bola acima do bordo superior da rede ("invasão do fundo").
  • Postado dentro da zona de ataque da quadra ou tocando a linha de três metros, o líbero realiza um levantamento de toque que é posteriormente atacado acima da altura da rede.
  • O jogador bloqueia o saque adversário.
  • O jogador está fora de posição no momento do saque.
  • O jogador saca quando não está na posição 1.
  • O jogador toca a bola no espaço aéreo acima da quadra adversária em uma situação que não se configura como um bloqueio ("invasão por cima").
  • O jogador toca a quadra adversária por baixo da rede com qualquer parte do corpo exceto as mãos ou os pés ("invasão por baixo").
  • O jogador leva mais de oito segundos para sacar
  • No momento do saque, os jogadores que estão na rede pulam e/ou erguem os braços, com o intuito de esconder a trajetória da bola dos adversários. Esta falta é denominada screening
  • Os "dois toques" são permitidos no primeiro contato do time com a bola, desde que ocorram em uma "ação simultânea" - a interpretação do que é ou não "simultâneo" fica a cargo do arbitro.
  • A não ser no bloqueio. O toque da bola no bloqueio não é contabilizado.
  • A invasão por baixo de mãos e pés é permitida apenas se uma parte dos membros permanecer em contato com a linha central.

 Fundamentos

Saque ou serviço

O saque ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrissar na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.
Um saque que a bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros esportes tais como o tênis.
No voleibol contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
  • Saque por baixo ou por cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de alto nível.
  • Jornada nas estrelas: um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições internacionais.
  • Saque com efeito: denominado em inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.
  • Saque flutuante ou saque sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne imprevisível.
  • Viagem ao fundo do mar: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se que este saque já existisse desde a década de 1960, e tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só se tornou popular a partir da segunda metade dos anos 1980.
  • Saque oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da Ásia.

 Passe

Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.
Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".

 Manchete

É uma técnica de recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance de ser devolvida com o toque.
É considerada um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola para o atacante.

 Levantamento

O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as regras são mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".
Também costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando.
Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de segunda".

 Ataque

O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
  • Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.
  • Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".
  • Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la aterrizar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.
  • Largada: refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.
  • Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela, posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
  • Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária.
  • Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).

 Bloqueio

O bloqueio refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.
Denomina-se "bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua própria quadra.
O bloqueio também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em "simples", "duplo" e "triplo".

 Defesa

A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento são:
  • Peixinho: o jogador atira-se no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento sob o próprio abdômen.
  • Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.
  • Martelo: o jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Este técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete, mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.

http://www.cbv.com.br/cbv2008/cobrav/regras.asp